Le Fabuleux Destin d'Amélie Poulain.


"Certo dia, encontra no banheiro de seu apartamento uma caixinha com brinquedos e figurinhas pertencentes ao antigo morador do apartamento. Decide procurá-lo e entregar o pertence ao seu dono, Dominique, anonimamente. Ao notar que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e remodela sua visão do mundo.

A partir de então, Amélie se engaja na realização de pequenos gestos a fim de ajudar e tornar mais felizes as pessoas ao seu redor. Ela ganha aí um novo sentido para sua existência. Em uma destas pequenas grandes ações ela encontra um homem por quem se apaixona à primeira vista. E então seu destino muda para sempre..."

Sim, me comoveu a ponto de eu voltar às minhas loucuras mais apaixonantes! :D
Embora eu não tenha tido a mesma infância do que ela, tampouco tenha um certo problema em me relacionar com as pessoas (acho que as vezes sou cara de pau demais), aposto que meu lado Amélie Poulain jamais me abandonou; aquele lado em que você se preocupa e quer fazer algo pelas pessoas, de um modo 'criativo' mas inocente e sincero, sem mais intenções. (Talvez o problema das pessoas hoje em dia, seja aquele em que todo mundo quer ajudar todo mundo sempre ESPERANDO algo em troca, eu digo e confesso isso porque já fui assim).

As pessoas acabam nos levando a agir dessa maneira quando você vê o quão egoísta e desleais as pessoas têm se tornado e, isso me levou a concluir outra coisa: desistimos facilmente de algo que, se ainda não é, poderá ser muito valioso pra gente, quando se trata de sentimentos. Eu gostaria de poder descrever um fato que me ocorreu sexta/sábado até mesmo de modo bem detalhado, fato é que algumas coisas e algumas pessoas talvez não tenham o mesmo ponto de vista do que eu e poderia levar uma certa 'atitude' minha pro lado safado da coisa. Mas, na mesma noite em que uma dúvida tremenda quase estragou a minha noite, minutos depois eu passei por outra situação em que eu vi que o que eu estava fazendo era realmente por amor, sem nada em troca... talvez um sorriso. Diante de uma cena tão inocente, eu lá, ajudando como estava, por amor, sem segundas intenções e completamente despreocupada.
A gente sempre se sente insegura, tem medo, ma
s o que nos assusta,
talvez seja a certeza de que algo vai ser bom.
[...]


Outra coisa que me chamou a atenção no filme, foi o fato de que, apesar de Amélie não ter tido uma infância saudável (normal) e nem ter tido pais sempre presentes, ela não cresceu revoltada, tampouco vingativa; muito pelo contrário, ela tinha algo dentro dela (acredito que isso, talvez nasça com algumas pessoas) que via a riqueza nas simples coisas da vida, fazendo com que ela enxergasse o lado humano e bom das pessoas, e então, ela ajudaria as mesmas no que elas precisassem, discretamente, sem segundas intenções, de modo que ninguém soubesse que fora ela, sendo assim ninguém poderia interferir na sua simples e FABULOSA vida. Ou seja, a recompensa dela viria assim que ela visse o quão feliz ou realizada ficaria tal pessoa (altruísta) e, consequentemente, boas coisas desencadiaram na vida dela, até mesmo ela ter encontrado seu amor (Nino Quincampoix), o que eu achei EXTREMAMENTE lindo e criativo o modo como ela conquistou e fez o rapaz ir atrás dela.
Tudo isso é realmente um sonho: o destino deu a ela a oportunidade, mas foram as atitudes de Amélie que tornaram seu destino fabuloso. Embora eu viva algo completamente diferente, ainda more com meus pais, não trabalhe, não seja independente e me apaixonei por um alguém completamente diferente do Nino Quincampoix, eu ainda acredito, lá no fundiiiinho que eu serei mais feliz se eu continuar seguindo o que meu lado bom sempre me indica a fazer,
mesmo que as pessoas não concordem ou não reconheçam; talvez, tudo seja questão de tempo e paciência.
Ser racional só é mais fácil, menos doloroso e muito mais sem graça.

E aqui me despeço com um trecho de uma das músicas da minha cantora favorita, Alecia Moore (P!nk):




"Eu prefiro sangrar com cortes de amor, do que viver sem cicatrizes."

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Raquel, 19 anos.

Raquel, 19 anos.
Se na vida eu apanho, outras vezes eu bato, mas trago a minha blusa aberta e uma rosa em botão!

moonfate ♥


Conheci uma mulher,
cujo sorriso brilhava

mesmo nunca tendo a visto, muitas vezes eu senti
seu olhar a me sorrir.

Sua alma era irmã da minha,
e em cada sonho que tinha

para lá eu me transportava,
por desejar ardentemente

ser como ela, pura alegria.

Um dos desejos que eu tinha, mais que tudo nesse mundo:
vê-la feliz e contente,
envolta na própria magia.


Mas ela me confessou,
com irreverência e desdém

ter o destino da lua:
'que a todos encanta e,
não é de ninguém.'


Eu pude ver claramente,
que a sua alma tão meiga

não era irmã simplesmente..
era cópia fiel da minha..
feliz ou infelizmente!

Sou uma filha da natureza:

quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim.
Mas vale a pena.
Mesmo que doa.
Dói só no começo.