o meu *ele* ... será que ele existe?!

Ele: mais alto do que eu, cabelo não muito curto, ajeitado, liso ou bagunçado;
olhos puxados ou atentos, sorriso entorpecedor, belas mãos, eclético e desencanado;
machista e de coração mole, que se faça na frente dos amigos e se derreta comigo;
que ame meu sorriso, admire minha voz e zombe do meu cabelo desarrumado;
que reclame enquanto eu demoro ao escolher roupas novas,
mas que deixe o queixo cair ao me ver pronta pra sair;
que seja um pai bobo, um profissional responsável, um companheiro agradável,
um amante insubstituível, um marido leal, um namorado carinhoso, um garoto teimoso..
um homem de verdade!

E se não souber demonstrar tudo o que sente, pensa ou simplesmente é,
apenas faça-me sentir como uma verdadeira mulher!


PS: se ainda assim, não existir um homem com todas essas 'qualidades',
simplesmente me surpreenda da maneira que achar mais sincera
e o faça bem!

1 comentários:

Well Kontyerus 22 de setembro de 2008 07:24  

humm...só isso vc espera num cara pefeito pra vc ??...hahaha...

costumo ser bem mais exigente, mas meus olhos me desmentem quando vêem uma mulher plenamente interessante,de dentro pra fora, bela, mesmo, nem sequer, ter uma dessas qualidades...

Beijo Hakel...=]

Raquel, 19 anos.

Raquel, 19 anos.
Se na vida eu apanho, outras vezes eu bato, mas trago a minha blusa aberta e uma rosa em botão!

moonfate ♥


Conheci uma mulher,
cujo sorriso brilhava

mesmo nunca tendo a visto, muitas vezes eu senti
seu olhar a me sorrir.

Sua alma era irmã da minha,
e em cada sonho que tinha

para lá eu me transportava,
por desejar ardentemente

ser como ela, pura alegria.

Um dos desejos que eu tinha, mais que tudo nesse mundo:
vê-la feliz e contente,
envolta na própria magia.


Mas ela me confessou,
com irreverência e desdém

ter o destino da lua:
'que a todos encanta e,
não é de ninguém.'


Eu pude ver claramente,
que a sua alma tão meiga

não era irmã simplesmente..
era cópia fiel da minha..
feliz ou infelizmente!

Sou uma filha da natureza:

quero pegar, sentir, tocar, ser.
E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério.
Sou uma só... Sou um ser.
E deixo que você seja. Isso lhe assusta?
Creio que sim.
Mas vale a pena.
Mesmo que doa.
Dói só no começo.